terça-feira, 22 de setembro de 2015

Valorizar o sistema científico nacional

Encontro com a ABIC - Associação Bolseiros de Investigação Cientifica

Encontro com a ABIC - Associação Bolseiros de Investigação Cientifica

Respondendo à solicitação da Associação Bolseiros de Investigação Cientifica (ABIC) uma delegação do PCP composta por Paulo Raimundo e Duarte Alves, recebeu André Janeco (Presidente da ABIC) e Marta Matos (Direção da ABIC). Por parte da ABIC foi colocada a situação dos Bolseiros, as graves dificuldades que enfrentam, a actual situação do Sistema Cientifico e ainda as principais reivindicações dos Bolseiros.
O PCP reafirmou as suas propostas no sentido da valorização do Sistema Cientifico Nacional e da sua importância estratégica no desenvolvimento do País. O PCP assumiu ainda o compromisso de, no imediato e, mais uma vez, levar à Assembleia da Republica propostas no sentido da revogação do estatuto do Bolseiro e a sua substituição por contractos de trabalho com valorização salarial.

Ganhar mais votos para a CDU




















CONFIANÇA E DETERMINAÇÃO EM ALMOÇO NO COUÇO

Votar e ganhar mais votos

«Estamos em casa.» Foi assim que o Secretário-Geral do PCP definiu o sentimento de estar uma vez mais no Couço, no grande almoço que reuniu 300 pessoas na Casa do Povo daquela freguesia do concelho de Coruche. Jerónimo de Sousa lembrou, então, a profunda e antiga ligação dos trabalhadores e do povo do Couço ao PCP, a quem chamam, desde os negros tempos do fascismo, «o Partido».».

A CDU na luta em defesa da população baionense



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Novas eleições, tudo na mesma

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, JOÃO FERREIRA, MEMBRO DO COMITÉ CENTRAL

Sobre as eleições de 20 de Setembro de 2015 na Grécia

Numa primeira reacção aos resultados conhecidos das eleições na Grécia, salientamos que elas se realizaram num quadro marcado pela imposição de um terceiro memorando e de uma continuada campanha de pressão sobre o povo grego.
Os resultados confirmam a condenação dos partidos que historicamente são responsáveis pela situação a que a Grécia foi conduzida, num quadro de posicionamento do Governo SYRIZA/ANEL marcado por hesitações, contradições, cedências e claudicações que conduziram ao novo memorando.
O processo de ingerência da União Europeia e do FMI tem no novo memorando acordado pelo Governo SYRIZA/ANEL e apoiado pela Nova Democracia, o PASOK e o POTAMI o instrumento para prosseguir a política que levou a Grécia à catástrofe social e económica, a uma dívida insustentável e impagável, à pilhagem dos seus recursos, à subordinação à troika.
O PCP reitera a sua solidariedade aos comunistas, aos trabalhadores e ao povo da Grécia e à sua luta contra a política de exploração, de empobrecimento e de submissão aos interesses do grande capital, da União Europeia e do FMI, e por melhores condições de vida, pela recuperação de direitos e rendimentos, pela soberania e o desenvolvimento do seu País.
A evolução da situação na União Europeia e o processo em torno da Grécia demonstram a necessidade de rupturas com os processos de submissão aos interesses do grande capital financeiro e do directório de potências ao seu serviço.
O PCP reafirma que uma política comprometida com os valores da justiça e progresso social, do desenvolvimento soberano e da democracia, exige a libertação do País dos constrangimentos e dos instrumentos de dominação da União Europeia, do Euro, do Tratado Orçamental, da Governação económica, das políticas comuns.

A CDU avança com toda a confiança

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TRÊS MIL PESSOAS ENCHEM EM AMBIENTE DE CONFIANÇA O COLISEU

CDU arranca com «chave de ouro»


Uma enchente, com o Coliseu à pinha, em ambiente de festa e alegria - e onde sobretudo irradiou uma contagiante confiança -, marcou o arranque oficial da campanha da CDU no distrito de Lisboa.
Depois de nas últimas semanas ter desenvolvido uma campanha de esclarecimento e mobilização que privilegiou, nas suas mais variadas formas, o contacto directo com as pessoas - traço distintivo que se manterá até ao final -, a CDU arranca assim em máxima força para esta nova fase da pugna eleitoral, com renovadas razões para acreditar no cumprimento dos objectivos a que se propôs e que animam os seus activistas e simpatizantes, disputando, palmo a palmo, cada voto, cada deputado.
Depois da magnífica arruada realizada no Porto na véspera, sábado, com milhares de activistas, fechando assim a pré-campanha com «chave de ouro», foi também «com chave de ouro que a CDU abriu oficialmente a sua campanha eleitoral», como bem observou Graciete Cruz, que presidiu ao período dedicado às intervenções políticas, sucedendo nessa tarefa à actriz Luísa Ortigoso. Sobre esta - a quem coubera fazer as honras da casa na fase inicial do comício, apresentando o momento cultural preenchido com a boa música popular da «Roda dos Quatro Caminhos» -, disse Graciete Cruz, membro do CC e da Comissão Executiva da CGTP-IN, ser «um exemplo das muitas mulheres que não tendo filiação partidária tomam contudo partido e confiam o seu voto à CDU».
Não há impossíveis
Tomam partido contra o «discurso do medo» do que têm medo de que a mudança seja possível», acreditando, como diz Bertoldt Brecht, no poema que Luísa Ortigoso recitou, sob forte aplauso dos presentes, que «nada é impossível de mudar».
No fundo, acreditar que «é possível e está ao nosso alcance uma real alternativa sustentada numa política patriótica e de esquerda capaz de assegurar a elevação das condições de vida dos trabalhadores e do povo e defender os interesses, a soberania e a independência de Portugal», como afirmou o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, último orador do comício.
Sentimento este de enorme confiança que foi de resto a tónica dominante durante as mais de duas horas e meia desta grandiosa jornada de esclarecimento e mobilização na histórica sala da capital, «uma sala emblemática», nas palavras do violinista da «Ronda dos Quatro Caminhos», numa alusão aos cantos livres que nela se realizaram, antes e depois do 25 de Abril.
Desfile grandioso
O mesmo entusiasmo e confiança que marcara já o desfile de activistas e simpatizantes da CDU que, partindo da Praça da Figueira, entrou pelo Rossio e desaguou na Rua das Portas de Santo Antão, percorrendo-a até à entrada do Coliseu. Erguendo bandeiras vermelhas, verdes, amarelas, brancas, com os símbolos dos partidos que integram a Coligação, num ondular permanente, centenas e centenas de pessoas desfilaram nesta tarde quente de domingo, numa impressionante demonstração de apoio à CDU.
Com os candidatos pelo círculo de Lisboa à cabeça, segurando uma larga faixa onde se lia «Com a força do povo, construir soluções para o País», seguia-se no desfile a juventude - e com presença muito destacada quer pelo seu elevado número quer pela sua forma combativa e entusiástica -, com um grande pano que dizia «Que seja agora. Queremos o que é nosso», distribuindo-se, mais atrás, outras formas organizadas de participação concelhia, entre as quais distinguimos uma faixa que tinha inscrito «Amadora, Município de Abril, exige: trabalho com direitos; mais centros de saúde, habitação digna».
Combatividade
«CDU avança com toda a confiança», «Agora e sempre juventude está presente», «É vergonha nacional, desemprego em Portugal», Abril de novo, com a força do povo», «É preciso, é urgente uma política diferente», foram algumas das palavras de ordem que ecoaram ao longo do percurso, gritadas em uníssono, por gente de todas as idades, homens, mulheres e jovens, na Baixa lisboeta, perante o ar curioso e nalguns casos incrédulo de turistas estrangeiros, muitos deles registando o momento pela câmara do telemóvel.
E foi assim até ao Coliseu onde, por volta das 16 horas, após a chegada calorosamente saudada de Jerónimo de Sousa, entre um agitado mar de bandeiras e gritos de «CDU», foi dado início à sessão com o já referido momento cultural, num palco que tinha em fundo um pano gigante onde sobressaía a letras garrafais a frase «Soluções para um Portugal com futuro».
Juventude presente
Depois de Graciete Cruz ter chamado para a mesa do comício os candidatos da CDU, membros da DORL e da Comissão Política do CC do PCP, João Corregedor da Fonseca, da Intervenção Democrática, Heloísa Apolónia, do PEV, e Jerónimo de Sousa, foi dada a palavra a Alma Rivera, dirigente da JCP.
Lembrando que os jovens em Portugal não têm assistido a outra coisa que não seja «políticas que prejudicam a sua vida e a dos seus pais e avós, sempre pelas mãos dos mesmos», a jovem comunistas referiu que PS, PSD e CDS-PP «carregam às suas costas o trabalho temporário, os contratos a prazo, recibos verdes, as propinas, o RJIES e o Processo de Bolonha, o Estatuto do Aluno», sendo ainda responsáveis pela «emigração de 500 mil portugueses, o roubo nos salários, o corte no financiamento no ensino secundário e superior, como nas bolsas de estudo».
Daí considerar que as «cartas estão na mesa», que importa lembrar que todas as medidas lesivas da juventude tiveram o combate da CDU, pelo que «não há que enganar» e é na coligação de comunistas, ecologistas e outros democratas que está o «voto que dá garantias, não cai em saco roto e dá mais força aos interesses juvenis».
Omissões do PS
Chamado a intervir foi depois João Corregedor da Fonseca, presidente da Comissão Directiva da ID, que alertou para os «níveis ainda mais dramáticos e insustentáveis» que representaria as propostas da maioria PSD/CDS-PP e do PS, caso viessem a vingar, pondo em evidência o quanto separa tais propostas da «solidez das posições assumidas pela CDU» e da sua consequente «defesa dos valores de Abril, defesa dos trabalhadores e das classes mais desprotegidas», sempre em sintonia com as «legítimas aspirações das massas populares».
Acusou a coligação PSD/CDS-PP de subordinar Portugal a «uma crescente e mui perigosa perda de soberania, perda de independência», criticando o PS, por outro lado, pelos seus «continuados compromissos com o FMI, com o BCE, União Europeia e Alemanha, que tão lamentáveis consequências originaram». Sem a dura crítica do dirigente da ID não passou ainda o facto de o PS não dizer uma palavra no seu programa eleitoral sobre questões estruturantes para o País, como o Tratado Orçamental, a renegociação da dívida ou o controlo público de sectores primordiais, como a banca.
Massacrar o povo
Também Heloísa Apolónia, do PEV, optou por iniciar a sua intervenção estabelecendo a diferenciação entre as forças políticas concorrentes às eleições, salientando que enquanto a CDU exerce todos os mandatos estabelecendo uma «relação estreita e muito directa» com as pessoas, as associações, os movimentos, as populações - «não nos lembramos deles só quando há eleições», sublinhou -, o PSD e o CDS «voltaram as costas às populações durante todo o mandato, e nunca hesitaram em massacrar o povo».
E acusou aqueles partidos de terem um «pacto não com o povo mas sim com Bruxelas, com a Alemanha e com o grande poder económico e financeiro», razão pela qual, sustentou, é que «nunca faltou dinheiro para os bancos» e «privatizaram tudo o que puderam».
«É por isso que quando têm que optar pelo benefício ambiental ou pelo serviço ao grande poder económico, não hesitam e traem o povo», acusou, exemplificando com a opção pelos «organismos geneticamente modificados em prejuízo da agricultura familiar», ou a «liberalização do eucalipto em favor das celuloses».
«Têm um longo historial de mentiras e por isso não merecem confiança», concluiu a dirigente do PEV, contrapondo-o ao «historial de verdade» da CDU.
A força do povo
Jerónimo de Sousa, cuja intervenção na íntegra se publica nesta página, voltou a lembrar o que está em jogo nestas eleições - prosseguir este rumo de desastre ou romper e abrir caminho à concretização de uma política patriótica e de esquerda -, recordando o imenso capital de trabalho, propostas e combate à política de direita levado a cabo pelos deputados comunistas e ecologistas na AR.
Identificando os principais traços que caracterizaram e envolveram a acção na CDU nesta pré-campanha, sublinhou o reconhecimento de que é nela que reside «essa imensa força - a força do povo - , a força com que os trabalhadores e o povo sabem contar para defender os seus direitos» e para «desbravar o caminho a uma política alternativa».
O reconhecimento naqueles que «não desertam nas horas difíceis», que «têm soluções para o País», dos que afirmam a «defesa dos interesses nacionais perante a submissão», dos que «defendem sem ambiguidades a devolução dos salários e das pensões roubadas», dos que se batem peloa aumento dos salários e do salário mínimo nacional para 600 euros», que defendem uma «política fiscal que desagrave os impostos sobre os trabalhadores e o povo e tribute o grande capital e fortunas».
Gente séria
Depois de detalhar as razões e atributos que levam a que bem se possa dizer que «a CDU é gente séria» - desde a forma como honra a palavra e cumpre o que diz à «coerência e coragem» na resistência e combate à «política de destruição das condições de vida», passando pela forma como «leva a sério os problemas dos trabalhadores, dos reformados, dos pequenos e médios empresários, e dos jovens» ou como dá «resposta aos problemas nacionais» e não desiste de «lutar pelo direito inalienável do País a afirmar-se como nação soberana -, o líder comunista demonstrou como «no essencial» há uma «identidade das políticas» daqueles que têm governado o País (PS, PSD e CDS-PP), apesar do «esforço em contrário da nada inocente campanha de bipolarização política que está em marcha a coberto dessa mistificação da eleição para primeiro-ministro».
E depois de considerar que, «digam o que disserem», todos eles têm responsabilidades pelas «feridas sociais que abriram na sociedade portuguesa», pelo «trágico programa de saque, exploração e empobrecimento», pela «dívida insustentável e um serviço da dívida sufocante», Jerónimo de Sousa advertiu para a tentativa que também todos eles têm em curso de «pôr o conta-quilómetros a zero», classificando-a como o «maior embuste» lançado por aqueles partidos na pré-campanha eleitoral.
E mostrado que foi por si os pontos comuns existentes nos programas da maioria PSD/CDS e do PS, Jerónimo de Sousa defendeu por isso a insuficiência de «mudar de governo», asseverando que «é preciso também mudar de política».
A alternativa
Trata-se, explicou, de «romper com a política de direita e afirmar e concretizar uma política alternativa», «uma política não só indispensável e inadiável, como possível e realizável», que, entre outros vectores, passa por uma aposta decisiva no crescimento económico tendo como motor a produção nacional, afirme o desenvolvimento soberano do País, proceda à renegociação da dívida, valoriza o trabalho e os trabalhadores, assegure uma política fiscal justa, afirme o papel do Estado na economia, garanta o bem-estar e a qualidade de vida, os direitos à Saúde, à Segurança Social, ao Ensino, combata a corrupção e respeite e cumpra a Constituição.
Daí o apelo ao envolvimento de todos na campanha da CDU, para dar força a esta, com a certeza de que com essa força, «com a força do povo, é possível um Portugal com futuro, numa Europa dos trabalhadores e dos povos».

sábado, 19 de setembro de 2015

CDU gente de confiança

GRANDE ARRUADA NO PORTO COM JERÓNIMO DE SOUSA

«Se isto não é povo, onde está o povo?»

Milhares de activistas e apoiantes do PCP-PEV integraram, na tarde de hoje, 19, um desfile pelo centro do Porto, numa demonstração da força e capacidade mobilizadora da candidatura da CDU e da possibilidade do seu reforço.
Aquela que foi a iniciativa com maior expressão de massas da candidatura que junta comunistas, ecologistas e independentes, arrancou da Praça da Batalha e terminou em São Bento. No percurso, por Santa Catarina e contornando o Mercado do Bolhão para descer pela Sá da Bandeira, a palavras de ordem como «sobe, sobe CDU» ou «Abril, de novo, com a força do povo», respondiam afirmativamente muitos outros, centenas seguramente, que não arredaram pé para ver passar o desfile.
Um ambiente favorável a envolver uma grande arruada que, como afirmou João Corregedor, evidencia a «pujança deste povo que tem força para derrotar os partidos da política de direita», e permite afirmar «que vamos aumentar a nossa votação, o número de deputados e a nossa influência política».
A força do povo foi, de facto, o que mais emergiu da enorme arruada da CDU. Mas essa mesma força, capacidade de mobilização e reconhecimento popular que se tem sentido nas acções de campanha, e com especial nitidez na realizada na cidade do Porto, insista-se, tem de traduzir-se em votos.
Esta foi outra ideia-chave deixada pelo dirigente da Intervenção Democrática quando lembrou que a abstenção não contribui para a construção da necessária alternativa.
No mesmo sentido, pronunciou-se o membro da Comissão Executiva do Partido Ecologista «Os Verdes» que sucedeu a João Corregedor da Fonseca na Tribuna. É preciso votar, e votar contra «os que nos querem amarrar pés e mãos e chamaram a troika», «castigar a austeridade não ficando em casa». «Votar em quem tem palavra», disse Francisco Madeira Lopes.
Mais directo ainda, Jorge Machado, cabeça-de-lista pelo distrito do Porto, reclamou legitimidade para apelar ao reforço do PCP-PEV porque é a única força que sempre esteve com os reformados, pensionistas e idosos, os estudantes e os trabalhadores, «todos os trabalhadores». Esteve «do lado certo da barricada» e «não ao lado do grande capital, como o PS, PSD e CDS».
Jorge Machado realçou, depois, mais duas fortes razões para depositar confiança na CDU no próximo dia 4 de Outubro - duas propostas eleitorais do PCP-PEV que respondem a profundos anseios e necessidades do nosso povo e do nosso País, e que têm enorme relevância num distrito esmagado pelas consequências da política de direita: a implementação de um plano de emergência social e a aposta na criação de emprego qualificado, com direitos.
Chamado a intervir num palco onde se encontravam todos os candidatos da CDU pelo círculo eleitoral portuense, Jerónimo de Sousa encerrou o comício da arruada voltando a destacar a impressionante maré humana. «Se isto não é povo, onde está o Povo?», afirmou, lembrando uma expressão que José Saramago usou para responder aos «coveiros frustados» (como ontem, 18, em Águeda, lhes chamou o Secretário-geral do PCP), os quais, ano após ano em eleições sucessivas, têm vaticinado o definhamento do PCP e da CDU.
Passados tantos anos, a verdade é que através de estudos de opinião encomendados para impor uma falsa bipolarização político-eleitoral, continuam a tentar condicionar «a grande sondagem» que iniciativas como a ocorrida pelas ruas do Porto demonstram.
Para Jerónimo de Sousa, o desfile tem «tanto mais valor, ainda, quanto sabemos que hoje muitos portugueses desanimaram e baixaram os braços», acrescentou, para mais adiante apelar a que os portugueses não se deixem manipular, assumindo a opção consciente «a partir das suas vidas».
Se o fizerem, não permitirão que os protagonistas da política de direita ponham «o conta-quilómetros a zero». Isto é, não se deixarão enganar pelos que «dizem que o País está melhor [PSD/CDS], nem pelos que dizem que o País ficará melhor fazendo o mesmo [PS]», como já havia dito a primeira oradora da tarde. Maria João Antunes, candidata e activista da Juventude CDU.
A concluir, Jerónimo de Sousa voltou a puxar pelo ânimo dos presentes, que exortou a que se assumam todos candidatos nos dias que ainda faltam de campanha eleitoral, e insistiu que quantos mais votos e deputados tiver a CDU, mais forte será a corrente pela alternativa de progresso e desenvolvimento», mais forte estaremos para a luta que teremos de travar depois de 4 de Outubro.
«Eles têm meios poderosos que levam a um combate desigual. Mas não têm esta riqueza que aqui se expressou», a qual é «fonte de rejuvenescimento e esperança num Portugal soberano e com futuro», frisou. A força do povo, que outra?

Vota CDU com toda a confiança