sábado, 12 de agosto de 2017

NOTA DO GABINETE DE IMPRENSA DA CDU

Concluído o processo de candidaturas - CDU reforça participação assente no Trabalho, Honestidade e Competência

Concluído o processo de candidaturas - CDU reforça participação assente no Trabalho, Honestidade e Competência
A CDU - Coligação Democrática Unitária, PCP-PEV, que integra no plano político o Partido Comunista Português, o Partido Ecologista «Os Verdes» e a Associação Intervenção Democrática, e que se alarga a milhares de cidadãos sem filiação partidária, estará presente com candidaturas próprias aos órgãos municipais em todos os concelhos do Continente e da Região Autónoma da Madeira e a 15 dos 19 concelhos da Região Autónoma dos Açores, ou seja a 304 dos 308 municípios do País.
Significativo é o facto de a CDU ao nível das freguesias apresentar o maior número de sempre de listas – 1807 (mais 72 que nas eleições de 2013) para um universo de 3092, ultrapassando pela primeira vez o número de 2500 correspondente às existentes antes do processo de liquidação de freguesias do governo anterior.
Confirmando as características de espaço de participação unitária, com a presença de largos milhares de independentes, esta participação tem um valor acrescido decorrente da clara afirmação do projecto associado à CDU e da assumida presença com identidade própria, com os seus símbolo e sigla próprios, e não disfarçada em apoios explícitos e implícitos a listas de cidadãos eleitores que acolhem na maioria das situações, disfarçadas coligações, arranjos partidários ou espaço de promoção de ambições pessoais ou dos interesses dos grupos económicos. A CDU apresenta-se, assim, em todo o País com o seu projecto alternativo e o carácter distintivo da sua acção autárquica.
Na nova fase da vida política nacional ganha maior importância a afirmação distintiva do projecto da CDU, assente no Trabalho, Honestidade e Competência, o carácter diferenciador das suas propostas e opções, a dimensão de alternativa clara e assumida à gestão e projectos de outras forças políticas. A afirmada independência de juízo e acção políticas que o PCP preserva e assume na vida política nacional prolonga-se e expressa-se no projecto e candidaturas que marcam a intervenção eleitoral da CDU nas próximas eleições para as autarquias locais.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Desmascarar a ingerência do imperialismo

NOTA DO GABINETE DE IMPRENSA DO PCP

Solidariedade com a Venezuela bolivariana

O PCP reafirma a solidariedade com a Venezuela bolivariana e a luta dos trabalhadores e o povo venezuelanos em defesa dos seus direitos e soberania perante a campanha desestabilizadora e golpista orquestrada pelo imperialismo norte-americano em conluio com a grande burguesia e reacção internas, com vista à destruição dos avanços e conquistas democráticas, progressistas e soberanas alcançadas com a Revolução bolivariana.
Associando-se à Jornada Internacional de Solidariedade com a Revolução bolivariana, convocada para 14 de Julho, o PCP denuncia a escalada de ingerência externa e a ameaça de imposição de novas sanções e medidas de autêntica guerra económica, nomeadamente por parte dos EUA, contra a República Bolivariana da Venezuela, apelando à mais firme condenação e rejeição de tais práticas, violadoras dos princípios elementares do direito internacional e que atentam contra o direito inalienável do povo venezuelano a decidir soberanamente sobre o seu futuro.
Sublinhando a necessidade de desmascarar os reais interesses e objectivos que se movem por detrás da escalada de violência terrorista na Venezuela e da intensa campanha de desinformação e mistificação que a acompanham – que servem a agenda estratégica do imperialismo na América Latina e Caraíbas –, o PCP alerta para as tentativas para aprofundar o plano golpista, incluindo com a fictícia criação de instituições paralelas, procurando criar as condições propícias a uma intervenção externa na Venezuela.
O PCP sublinha que o eventual sucesso do plano golpista em curso acarretaria gravíssimas consequências para os trabalhadores e o povo venezuelanos – assim como para os emigrantes portugueses na Venezuela – e significaria a concretização dos propósitos do imperialismo e das transnacionais de restaurar a via para o saque dos importantes recursos naturais da Venezuela.
A realização de um designado «plebiscito», anunciado para 16 de Julho, à margem e em desrespeito pela Constituição da Venezuela, constitui uma autêntica farsa provocatória que pretende antecipar e atingir a realização das eleições para a Assembleia Nacional Constituinte, iniciativa legítima e conforme ao estabelecido na Constituição da Venezuela, convocada para 30 de Julho. Sublinhe-se que as mesmas forças anti-democráticas que em 2002 instigaram e protagonizaram o golpe de Estado fracassado para afastar o então Presidente Hugo Chávez e liquidar a Constituição bolivariana de 1999 e o processo popular venezuelano, apresentam-se agora hipocritamente como os defensores da ordem constitucional.
Na situação na Venezuela constatam-se problemas e dificuldades económicas e sociais que são expressão da crise estrutural do capitalismo e, muito em especial, da implacável guerra económica movida pelo imperialismo e a oligarquia contra o processo bolivariano, nomeadamente através da promoção do bloqueio financeiro, da sabotagem, do açambarcamento, da especulação de preços, que visam dificultar o acesso a bens essenciais por parte da população.
A violenta investida golpista contra a Revolução bolivariana insere-se na contra-ofensiva lançada pelo imperialismo e as oligarquias para reverter os avanços e conquistas de afirmação soberana, democráticas e progressistas alcançadas na América Latina e Caraíbas, impedir a consolidação dos espaços de cooperação regionais entretanto criados – como a ALBA-TCP, a UNASUL ou a CELAC – e isolar e derrotar os processos de transformação social que afrontam a hegemonia do imperialismo norte-americano neste sub-continente.
O PCP reafirma a solidariedade com o povo venezuelano, o Governo constitucional do Presidente Nicolás Maduro, o PCV, o PSUV e o conjunto de forças patrióticas, progressistas e revolucionárias, manifestando confiança na resistência, unidade e capacidade da luta organizada dos trabalhadores e do povo venezuelano para impedir a consumação dos violentos e retrógrados objectivos das forças golpistas, salvaguardar a paz, soberania e independência nacionais e defender e fortalecer o caminho libertador da Revolução bolivariana.
O PCP apela à mais ampla solidariedade em defesa da Venezuelana bolivariana, pela paz, a liberdade, a democracia, a soberania, a justiça e o progresso social.

«O estado da Nação revela que o País precisa da política patriótica e de...

PCP questiona Ministro das Infraestruturas sobre situação na PT e na EMEF

PCP questiona administração da Altice sobre diversas ilegalidades