terça-feira, 30 de maio de 2017
Mais força à CDU
INTERVENÇÃO DE JERÓNIMO DE SOUSA, SECRETÁRIO-GERAL, ALMOÇO REGIONAL DA CDU
«Quanto mais força tiver a CDU e as forças que a integram, mais condições têm para fazer o País avançar»
Faleceu Miguel Urbano Rodrigues
NOTA DO SECRETARIADO DO COMITÉ CENTRAL DO PCP
Face ao falecimento de Miguel Urbano Rodrigues
O PCP endereçou à família o seu pesar pelo falecimento de Miguel Urbano Tavares Rodrigues, reconhecido jornalista e escritor com percurso de intervenção política em Portugal e no estrangeiro, antes e depois do 25 de Abril, ao longo de muitas décadas. Era membro do PCP desde Janeiro de 1964.
Como jornalista exerceu funções diversas desde 1949, no «Diário de Notícias» e «Diário Ilustrado», posteriormente no Brasil, jornal «O Estado de S.Paulo» e «Portugal Democrático» e na revista brasileira «Visão» até 1974. Após o 25 de Abril de 1974 foi chefe de Redacção do «Avante!» e entre 1976 a 1985 director do jornal «O Diário».
Foi Presidente da Assembleia Municipal de Moura entre 1986 e 1988 e Deputado do PCP na Assembleia da República entre Agosto de 1987 a Outubro de 1995.
Destaca-se a sua intervenção como jornalista de investigação e reportagem, sendo autor de vários livros.
Paz sim , NATO não!
NOTA DO GABINETE DE IMPRENSA DO PCP
Sim à Paz! Não à NATO!
Na reunião ao mais alto nível que realizou em Bruxelas com a participação do Presidente norte-americano e num quadro de latentes contradições, a NATO anunciou o propósito de afirmar a sua coesão, nomeadamente em torno de um crescente envolvimento em guerras de agressão – como no Afeganistão e no Médio Oriente – e na escalada armamentista e militarista, levadas a cabo pelos EUA, a coberto da denominada “luta contra o terrorismo”.
Saliente-se que, proclamando hipocritamente a “luta contra o terrorismo”, os EUA e seus aliados são responsáveis pela promoção, suporte e instrumentalização de grupos terroristas em operações de desestabilização e guerras de agressão contra Estados soberanos, como acontece na Síria.
Assume um chocante e perigoso significado o recente acordo dos EUA com a Arábia Saudita para o fornecimento de armamento no valor de 110 mil milhões de dólares, um governo que reconhecidamente apoia organizações terroristas e é responsável por uma criminosa guerra contra o Iémen e o seu povo.
Recorde-se que os 28 países membros da NATO, com destaque para os EUA – que só este ano aumentou em 54 mil milhões de dólares o seu orçamento militar e em cerca de 40% os seus gastos com a sua presença militar na Europa – gastam mais em despesas militares que os restantes 165 países no mundo.
Ao mesmo tempo, a União Europeia, assumindo-se como o pilar europeu da NATO e utilizando igualmente o pretexto da “luta contra o terrorismo”, reforça a sua militarização e política intervencionista no mundo, e diversos países europeus adoptam medidas securitárias que colocam em causa direitos, liberdades e garantias fundamentais, como acontece em França.
Agitando uma suposta «ameaça russa» para ocultar o seu carácter agressivo, a NATO está a instalar significativas forças e meios militares nas proximidades da Federação russa, assumindo particular gravidade a instalação do sistema anti-míssil com que os EUA, com o suporte da NATO, procuram assegurar a sua superioridade militar estratégica, agravando os perigos para a paz na Europa e no mundo.
Continuando a impulsionar a sua expansão na Europa, agora com a adesão do Montenegro – terceiro país dos Balcãs a integrar a NATO após a destruição da Jugoslávia – a NATO confirma-se como instrumento de agressão contra Estados que, afirmando e defendendo a sua soberania e independência, têm representado um factor de contenção à imposição do domínio hegemónico do imperialismo, em particular do imperialismo norte-americano.
A NATO foi e é responsável por guerras de agressão – sempre «justificadas» com o recurso à mentira e engendrando os mais falsos pretextos –, como na Jugoslávia, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia ou na Síria, e pela morte e sofrimento de milhões de seres humanos, incluindo dos milhões de refugiados e deslocados, causados pelas suas criminosas guerras.
Os EUA estão empenhados numa deriva de ameaças, provocações e intervenções militares que colocam o mundo perante a iminência de conflitos regionais devastadores e mesmo de um conflito de proporções mundiais.
O PCP reafirma a sua condenação da política agressiva do imperialismo norte-americano e da NATO e a cumplicidade da União Europeia, e expressa a sua solidariedade a todos os povos que resistem e lutam em defesa dos seus direitos e soberania, nomeadamente aos povos do Médio Oriente e da América Latina.
Portugal não só não se deve vincular, como deve rejeitar a corrida armamentista e as políticas de ingerência e guerra imperialista dos EUA, da NATO e da União Europeia. Portugal, no respeito pela Constituição da República, deve pugnar nas instâncias internacionais contra a escalada belicista, pelo respeito dos princípios da Carta das Nações Unidas, da soberania e independência dos Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais, pelo desarmamento e a paz.
A dissolução da NATO é um objectivo crucial para a afirmação da soberania nacional e para a paz mundial.
Reafirmando a sua exigência e intervenção pela concretização por parte de Portugal de uma política de paz, de amizade e de cooperação com todos os povos do mundo, o PCP valoriza as acções promovidas pelo movimento da paz em Portugal no âmbito da campanha «Sim à Paz! Não à NATO» e apela à intensificação da luta contra a guerra e pela paz.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
CDU-Trabalho, honestidade e competência
INTERVENÇÃO DE JERÓNIMO DE SOUSA, SECRETÁRIO-GERAL, APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS DA CDU A MONTEMOR-O-NOVO
Dar continuidade ao projecto da CDU e ao meritório trabalho realizado em Montemor-o-Novo
ÁUDIO
[EXCERTO]
Uma saudação muito particular aos candidatos da nossa Coligação que aqui se apresentam. Desde logo à nossa primeira candidata à Câmara Municipal e sua actual Presidente, Hortênsia Menino e igualmente a Vitalina da Conceição Sofio, cabeça de Lista da CDU à Assembleia Municipal, e também sua actual Presidente, às quais endereçamos votos de bom trabalho nesta batalha que em conjunto vamos travar e que, estamos certos, se concretizará com êxito, dando continuidade ao projecto da CDU e ao meritório trabalho que tem sido realizado neste concelho.
Hortênsia Menino e Vitalina Sofio são os principais rostos da CDU nas eleições autárquicas que se aproximam e que personificam os valores contidos na consigna da CDU: trabalho, honestidade, competência e cujos compromissos com o povo do concelho de Montemor-o- Novo são inquestionáveis.
Candidatas que se apresentam com uma larga e riquíssima experiência, com provas dadas no serviço público nos mais diversos domínios da actividade concelhia, intermunicipal e regional, conhecedoras da realidade, dos problemas e dos desafios que se colocam ao desenvolvimento deste concelho de Montemor-o-Novo e de toda esta Região do Alentejo.
Candidatas que deram provas bastantes com uma reconhecida capacidade de realização e competência, enraizada na identidade e cultura das suas gentes e desta terra.
Com esta iniciativa de hoje damos um importante passo na afirmação da candidatura da CDU a todos os órgãos autárquicos do concelho de Montemor-o-Novo. Um passo dado com a confiança de quem pode mostrar um importante percurso de trabalho.
Um valioso trabalho marcado por uma gestão aberta e participada, por um elevado nível de descentralização de competências da Câmara Municipal para as Juntas de Freguesia, garantindo assim melhores e mais eficazes respostas aos problemas das populações, por uma importante atenção às actividades de desenvolvimento económico e ao fortalecimento das relações com os agentes económicos locais e numa aposta na valorização dos produtos locais. Uma intensa actividade com importantes investimentos no quadro da parceria da gestão pública da rede de água e saneamento, com a conclusão da ETAR de Lavre e início da construção da nova ETAR de Montemor, o novo Centro Escolar, a nova Oficina da Criança, bem como em equipamentos desportivos em todo o concelho, e no apoio ao movimento associativo e aos seus projectos. Um mandato que permitiu projectar novos passos nas áreas da regeneração urbana e mobilidade, com a aprovação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, mobilizando um forte investimento.
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